Dia seguinte e nosso compromisso maior era assistir o show da Madonna. Mas o show era apenas a noite e havia tempo para conhecer alguns lugares.
Pela manhã estivemos no Jardin du Luxembourg. Lá está o palacio onde funciona o senado da frança e como o próprio nome do lugar revela, trata-se de um jardim, ou mlehor, um parque com 25 hectares onde há de um tudo. É possível alugar pequenos barcos à vela, de madeira, que pais e filhos colocam num lago e ficam a brincar…tentando descobrir antecipadamente o traçado que do barco no lago e que rumo ele vai tomar…. Há muitas cadeira e as pessoas se sentam ao sol para ler jornal, ler um livro ou apenas ficar ali curtindo a paisagem e o clima. É curioso que aqui no Brasil não temos essa cutura. Comer num lugar público então é o fim do mundo. Rotulamos de farofeiro!! E mesmo a presença de pessoas com toalhas dispostas na grama apenas pra relaxar, a menos que eu me engane profundamente, não é uma coisa vista naturalmente. Se eu contar que na alemanha, vi gente tomando banho de sol sem roupa…arfff..imagina isso aqui…
Do lado do Jardim de Luxemburgo está o Panthéon. Originalmente construído para ser uma igreja, hoje é uma construção imensa que homenageia os heróis da pátria francesa. Há lá uma cripta onde estão sepultadas personalidades emblemáticas da história, da política e da cultura da França. Quem???? Coisa boba e poca….Voltaire, Rousseau, Marat, Victor Hugo, Marie Sktodowska-Curie, e outros que a minha parca cultura não sabe dizer quem foram ou o que fizeram pela nação para merecerem lá estar. Está lá também um imenso pêndulo de Foucault, cujo objetivo é demonstrar que a rotação da terra. Li que a primiera experiência que o físico Foucault fez com esse pêndulo foi em 1851 lá mesmo no Panteom, contudo, não saberia dizer se o que vi é este mesmo, desde aquela época…. O Panteom por sinal, faz parte de um complexo maior que era designado como Universidade de Paris, ou se preferir “Sorbonne”..tudo ali do lado com a faculdade de direito, a faculdade de medicina e outras tantas construções que não pude apurar ao certo o que eram tanto….ai meu deusdoceu, vou ter que voltar pra Paris pra cehacar essas coisas todas…huahuhauhua….quem pode com Paris????
Por fim o dia de visitas se encerraria naquela que deve ser a igreja mais conhecida do mundo. Digo isso porque para os católicos a Basílica de São Pedro em Roma deve ser
a expressão máxima da fé e dificilmente é suplantada por outra igreja. Porém Victor Hugo imortalizou Notre-Dame de Paris em seu livro!!!! Escrito em 1831 (eu não li) narra a história de Quasímodo que se apaixona por Esmeralda. Esmeralda é uma cigana cortejada por outros homens e Quasímodo…este é um homem coxo e deformado, adotado por uma espécie de diácono da igreja …Quasímodo é o corcunda de Notre-Dame!!! Cristão ou não cristão não há povo que não tenha ouvido falar nesse nome…. daí que talvez não pela fé, mas sim pela obra de Victor Hugo e depois pelos filmes, musicais, desenho animado, essa igreja seja tão conhecida e citada em qualquer parte desse nosso mundo…
Depois eu fui andar um pouquinho às margens do Sena, porque tava um lindo dia de sol e eu também sou filho de Notre Dame e queria aproveitar a cidade como os locais. Mariza um dia disse com toda a propriedade que lhe cabe: “em roma, seja um romano”…tive uma certa dúvida se eu poderia derivar o ditado para a frança…mas vá lá….tirei a camisa e botei o pé na estrada…..quer dizer…na margem…..hehehe
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